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Com 4 casos suspeitos, Tangará inicia vacinação na segunda

Com o propósito de reduzir internações, complicações e mortes na população-alvo, que o Ministério da Saúde, através das Unidades de Saúde de todo o país, inicia na próxima semana a 20ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. 

Em Tangará da Serra, de acordo com a coordenadora da Vigilância Epidemiológica Juliana Herrero, assim como em todo o país, a campanha começa na segunda-feira, 23, e segue até o dia 1º de junho, sendo 12 de maio o Dia de Mobilização Nacional. “Queremos enfatizar que a campanha é apenas para os grupos prioritários, que são crianças de seis meses a menores de cinco anos,  gestantes em qualquer idade gestacional, mulheres que tiveram bebê até 45 dias após o parto, idosos acima de 60 anos, indígenas, trabalhadores de saúde, professores e os portadores de doenças crônicas”. 

Apesar da campanha iniciar na próxima segunda-feira, 23, os municípios brasileiros ainda não receberam as doses das vacinas. Segundo Herrero, a expectativa é que até esta sexta-feira chegue, pelo menos, o primeiro lote da vacina. “O Ministério ainda não mandou a nossa meta, nem a quantidade de doses que vamos receber (…) mas desde já queria avisar a população que a partir de segunda-feira teremos vacinas disponíveis nas unidades”.

NOTIFICAÇÕES – Tangará da Serra tem hoje quatro casos notificados de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). “Temos quatro casos suspeitos, sendo que um evoluiu para óbito e ainda estamos aguardando os resultados desses pacientes”, explicou. 

“Em Tangará da Serra já tivemos oito óbitos por influenza [cinco em 2014 e três em 2016] (…) e a gente não quer que isso volte a acontecer. Por isso estamos aqui para alertar quanto alguns meios de evitar a transmissão da influenza. A vacina é apenas um meio e, infelizmente, ela não está disponível para toda a população. Então temos que tomar outras medidas para que tenhamos essa prevenção”.

Entre as medidas está a limpeza frequente das mãos, o uso do álcool em gel e o uso de lenços descartáveis. “Essas são algumas medidas que a gente pode estar diminuindo o risco de contaminação”.

 

Fabíola Tormes/Diário da Serra

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