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MENSAGEM CÉLULA -IBN 03/12/2017

Renunciando às nossas vontades…

Venha o teu reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como no Céu.

                                                                                 Mateus 6.10

A vontade de Deus é feita quando as nossas vontades são destruídas.

 É agradável a Ele que as nossas vontades sejam impedidas e vencidas. Assim, quando alguém falar de você como se você fosse um tolo, não discorde. Em vez disso, concorde e deixe a crítica parecer correta, pois de fato você o é diante de Deus. Se uma pessoa quiser tirar algo de você e o prejudicar, você deve permitir que isso aconteça, como se estivesse tudo bem pra você. Pois, sem dúvida, é certo diante de Deus. Até mesmo se a pessoa o estiver  tratando injustamente, ainda assim não será injusto. Pois quer Deus use uma pessoa ímpia, quer ele use uma pessoa ímpia, quer ele use uma pessoa boa para tirar algo de você, em qualquer situação estará sendo feita a vontade dele. “Em vez de resistir, você deveria simplesmente dizer: “ Seja feita a tua vontade”. Isso é verdade tanto para questões físicas quanto para questões espirituais.

Pois Cristo disse: “E se alguém quiser processá-lo e tirar-lhe a túnica, deixe que leve a também a capa” (Mt 5.40).

Alguém pode perguntar: “Se isso é fazer a vontade de Deus, então quem pode ser salvo”? Quem pode guardar esse mandamento tão difícil de renunciar a tudo e não ter a sua própria vontade feita em nada? Minha resposta é que devemos aprender quão excelente é essa oração e quão fervorosamente devemos orá-la, pois realmente precisamos dela. Para que apenas a vontade de Deus seja feita, é crucial que deixemos as nossas vontades serem totalmente derrotadas.

Observe que no Jardim Jesus disse: “Não seja feita a minha vontade, mas a tua” (Lc. 22.42. Sem dúvida, a vontade de Cristo era boa – na verdade, a melhor de todos os tempos. Se Cristo teve que renunciar a sua  vontade para que a vontade de Deus Pai pudesse ser realizada, por que nós, insistimos tanto em brigar pelas nossas vontades?

Oswald Chambers avisou “Nunca procure justiça neste mundo; mas, nunca deixe de concedê-la.” Vamos passar por muita injustiça aqui, porém, temos que sempre devolver na única moeda que Jesus aceita usar – amor. É difícil amar uma pessoa que tira vantagem de nós ou que fere os nossos “direitos”. É por isso que Jesus tinha que mandar que tomássemos esta atitude. Não é o natural. O natural é querer que a pessoa seja obrigada a reparar a injustiça ou a devolver o que tirou de nós. No entanto, o discípulo não quer o natural, e sim o sobrenatural. O discípulo quer o que apenas Deus pode fazer, que é uma mudança radical no mundo começando conosco. Para o discípulo de Jesus só há uma coisa que vale a pena brigar para alcançar – a alma humana. Para isso o discípulo está disposto a fazer de tudo ou deixar de fazer de tudo, se seu esforço valerá uma alma. Há situações em que temos que escolher entre justiça para nós ou a graça de Deus para um outro. O que Jesus escolheria?

Oração: Pai, eu sei que não devo ficar surpreso quando passo por perdas aqui. Mas, eu fico. E às vezes reajo como homem e não como filho de Deus. Perdoe meus pecados e ajude-me a perdoar os dos outros e a comunicar para eles seu imenso amor, como Cristo mostrou a mim. Em nome de Jesus eu oro.

Olho por olho, e o mundo acabará cego.

Mahatma Gandhi

 “Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou  a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus”  (Hb 12.2).

No Antigo testamento, havia a lei do “Talião” – Olho por olho dente por dente.

É a reciprocidade do crime, onde o criminoso é punido de igual modo ao dano feito. É uma espécie de “Castigo espelho”. (Êx 21.23-25, Lv 24.19-22)

Jesus usa (03) situações onde a LEI pode ser substituída pela GRAÇA

1ª Situação onde a lei pode ser substituída pela graça é no desaforo. Mateus 5.39

Na cultura do Oriente Antigo, “Tocar na face direita de outra pessoa era uma ofensa insuportável.” A gravidade do gesto não está na sua dimensão física, mas no aspecto moral. Não quer dizer que houve “Dor”, mas o insulto em si mesmo é muito maior do que o dano ao corpo.Jesus está ensinando para os “Judeus” que levavam a sério a sua “Dignidade e honra”: O insulto não deve ser revidado.Assim sendo quem tem a mente de  Cristo não deve responder ao insulto com outro insulto, mas resistir pacificamente ao insulto.

 

2ª Situação onde a lei pode ser substituída pela graça é nas disputas pessoais. Mateus 5.40

A maioria dos hebreus usavam duas peças de roupas (A túnica era a roupa de baixo. A capa era a roupa de fora.) Jesus está ensinando que quem tem a mente de Cristo. Deve tratar com generosidade até mesmo os perversos que lhe causam prejuízo.Um cristão pode abrir mão de seus direitos. Ele não está obrigado, mas ele pode fazê-lo.

 

3ª Situação onde a lei pode ser substituída pela graça é nas obrigações contrariadas. Mateus 5.41

O terceiro tem a ver uma prática antiga, chamada “corveia”: Forçar alguém a fazer algo contra sua vontade Na antiguidade e até ao período medieval, havia situações em que o Estado ou pessoas poderosas tinham o poder de exigir trabalhos gratuitos. Simão o cireneu foi obrigado a cometer uma corveia, levando a cruz de Cristo, ele não queria, ele foi obrigado, foi contra a sua vontade (Mateus 23.32). O que Jesus propõe é que, se uma autoridade romana exigisse algo abusivo, legal ou ilegalmente, de um seguidor de Jesus, este deveria obedecer. Isto não implicava em concordar com o sistema, mas em responder com mansidão à violência dos perversos.

Desde que não viole um princípio bíblico, faça!

Faça mais do que a pessoa te obrigou a fazer…

Vá além…

Seja gracioso!

Por Pastora Priscila Freitas Dornelles 

 

 

 

 

 

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