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MENSAGEM DA CÉLULA IBN 10/06/2018

 A PELEJA DE TODOS DIAS

Texto Básico: Êx 17:8-16

       Em Êxodo 17 a partir do primeiro versículo, vemos que o povo de Israel saiu do deserto de Sim, e acampou em Refidim, e não havia água para beber. E o povo contendeu com Moisés. E conforme o direcionamento do SENHOR, Moisés fere a rocha e sai água para o povo. Então veio Amaleque e pelejou contra Israel. Biblicamente, Amaleque representa a carne. A carne significa dentro do contexto bíblico a nossa natureza pecaminosa, caída.

       Até chegarem a Refidim, nenhum inimigo se levantou contra Israel. Amaleque foi o primeiro a resistir aos hebreus. Em Dt 25:17-18 nos diz que Amaleque começou atacar o povo de Israel pela retaguarda, quando Israel estava voltando da peleja. Em Exodo 17:8-13 também podemos destacar alguns pontos: Moisés ordenou que Josué fosse para batalha; Josué pelejou contra Amaleque; enquanto Moisés levantava as mãos, Israel prevalecia, mas quando abaixava as mãos, Amaleque prevalecia. Diante desses contextos, vamos tirar quatro lições para nossa vida:

1-A carne sempre procura uma oportunidade para nos atacar. Quando Israel estava voltando da peleja; os que estavam atrás: os cansados, os fracos foram atacados pelos Amalequitas. O que podemos trazer para nossa vida? A carne sempre procura uma oportunidade para nos atacar. Há situações que contribuem para que a carne venha pelejar conosco. É no momento que estamos despercebidos, no momento que você acha que está tudo bem. São pequenas brechas que a carne precisa para destruir a nossa comunhão com Deus. Não precisam de muita coisa, apenas pequenas brechas.  

2- Para vencermos a carne, devemos lutar contra ela – O verso 10 de Êx 17 diz que Josué pelejou contra Amaleque. No verso anterior, Moisés ordenou que Josué fosse para a batalha contra Amaleque. Havia uma luta, e eles tinham consciência disso. Assim, somos nós. Precisamos ter consciência que a carne sempre estará pelejando contra o Espírito; Em Gl 5: 16-17 o apóstolo Paulo: “Digo, porém: Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne. Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne; e estes opõem-se um ao outro; para que não façais o que quereis.” Precisamos ter consciência que a carne peleja para que não respondamos ao propósito de Deus, fazendo com que a nossa vontade prevaleça. Temos que ter consciência que tanto em mim quanto em você há uma luta travada em nós: a luta da carne e o Espírito. O apóstolo Paulo nos diz na Carta aos Romanos que “a inclinação da carne é inimizade contra Deus… Rm 8:7 e Rm 8:8 …os que estão na carne não podem agradar a Deus.”

3-Para vencermos a carne, precisamos da oração – No verso 11 diz que, quando Moisés levantava a sua mão, Israel prevalecia; mas, quando ele abaixava a sua mão, Amaleque prevalecia. Mas, como as mãos de Moisés eram pesadas, Arão e Hur sustentaram suas mãos, um de cada lado até o sol se por. Vemos que Moisés com as mãos levantadas nos fala da oração. A vitória, o resultado da batalha de Josué vencer Amaleque não dependia de Josué, mas dependia da intercessão de Moisés quando levantava suas mãos para o alto.  Vemos o valor da oração na nossa vida.  Uma arma que precisamos buscar e aplicar diariamente na nossa vida, a oração. E como que o inimigo tem investido com toda força para que o povo de Deus ore pouco, ou quase nada. A oração não tem sido prioridade devocional; e o inimigo sabe muito bem como tirar o foco do povo para que não tenha tempo para Deus. Precisamos orar pelo outro, precisamos que o outro também ore por nós. Não sinta vergonha em pedir ao irmão (a) que te ajude na oração.

4-Para vencermos a carne, precisamos além da oração, ter a Palavra de Deus. Verso 13 de Êxodo 17 diz: “E, assim, Josué desfez a Amaleque e a seu povo a fio de espada.” A Carta aos Hebreus compara a Palavra como espada. “Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.” (Hb 4:12). A palavra é uma espada que trabalha profundo no nosso ser, no nosso interior. Paulo, na Carta aos Efésios nos fala da Palavra também como uma da armadura celestial: “Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que á palavra de Deus.” (Ef 6:17)  Como tem sido a leitura da Palavra de Deus em nossas vidas? Cada um pergunte para si mesmo: eu tenho tido sede, fome da palavra de Deus?  Tenho lido a bíblia somente para dizer que leio, ou eu tenho permitido o Espirito Santo falar comigo? O que torna a carne forte em nós é a nossa fraqueza na oração, é a nossa fraqueza na leitura da palavra. Não é quantos livros da Bíblia você lê durante o ano, mas quanto você tem meditado, investido tempo na Palavra, o quanto você tem permitido a Palavra penetrar no seu interior. Lembre-se que Amaleque atacou Israel pela retaguarda. Aqueles que vinham atrás, os cansados, os fracos. Então, se nós deixarmos de orar, de buscar o SENHOR nas orações e no estudo da Palavra, nossa vida espiritual ficará fraca, e a carne, que é a nossa natureza pecaminosa, nos vencerá.

       A nossa vitória contra a carne não é algo que obtemos pelo esforço, mas sim que recebemos de Deus através de Jesus. E o método de Deus para tratar a carne, é a cruz, negar a si mesmo. Somos exortados a viver uma vida cruz. (Mt 16:24)

       Se, queremos prosseguir não podemos nos entregar. Podemos perder uma luta, mas a batalha não terminou. Lembre-se que o General de Guerra, o Nosso Senhor Jesus peleja ao nosso favor. Então, meu irmão, minha irmã não negocie a sua vida cristã, não faça concessão com a carne, não faça concessão com a carne. Apesar das tribulações que estamos vivendo ou viemos a passar, o Espírito Santo nos revela na passagem de Êxodo, na estação de Refidim, que o SENHOR é o nosso refrigério; que não devemos olhar para as circunstâncias, mas olhar para Aquele que nos tirou do mundo das trevas e nos transportou para a luz. A rocha ferida em Refidim tipifica Cristo, aquele que veio como provisão de Deus para nós. A ELE toda honra e glória!

Por Juci 

 

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