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Mensagem da Célula IBN 19/05/2019

A fé que gera fidelidade!

Textos base
Daniel 6

Introdução

O livro de Daniel é um livro muito impressionante que nos leva a viajar na satisfação em saber do testemunho ostentado por este homem de Deus e a provisão do Senhor sobre a vida dos seus santos.
Deste capítulo 6 em especial, podemos tirar uma lição valiosíssima da palavra de Deus: não há fé verdadeira sem fidelidade.
Ou melhor dizendo: A nossa fidelidade a Deus é um fruto da fé que temos nEle.
Comumente confundimos fé com pensamento positivo, ou com um mero conhecimento ou entendimento psicológico ou filosófico, mas não vivemos e praticamos a fé bíblica.
Fé não é saber que Deus existe, criou todas as coisas e as governa.
Fé também não mero pensamento positivo ou uma esperança de que algo bom vai nos acontecer.
Fé é viver em um trilho de submissão à Deus e a Sua palavra, reconhecendo-O como Deus galardoador e Soberano, vivendo a vida e para o propósito que Eles nos criou e capacitou.

1. A fidelidade é um fruto da nossa fé

Precisamos entender que a vida cristã, a partir do novo nascimento, implica em andarmos no espírito, em novidade de vida e externando o fruto do Espírito.
Apóstolo Paulo nos conclama ao escrever aos Filipenses a ter em nós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus (Fp 2.5).
Ao olharmos para o significado das palavras para fé e fidelidade no grego notamos que ambas derivam da mesma raiz ‘pistis’, deixando evidente a ligação entre as duas e, principalmente, que fidelidade é um fruto, uma consequência daquele que tem fé.
No livro de Galátas 5.22 temos isto declarado de forma expressa. Mas isto podemos concluir de todas as vezes em que há a menção das palavras fé e fidelidade, tanto no novo quanto no velho testamento.
Em outras palavras, podemos dizer que cremos em Deus se o servimos em fidelidade.
Parece uma palavra dura, mas é exatamente a forma como Deus nos esclarece em sua palavra.
Em Mateus 7. 15-20 Jesus nos ensina a identificar as pessoas segundo os seus frutos, e esta é a maneira bíblica de provarmos as pessoas e a fé que elas professam.
E João 14. 21,23-24 Jesus nos ensina claramente que ama a Deus àquele que aceitam os seus mandamentos e obedecem cumprindo com o que Ele nos ordenou.
Em Tiago 2.14 o apóstolo nos adverte de que àquele que crê e ela sua crença em obras.
Como poso dizer que ama a Deus, que tenho fé nEle mas os frutos não são vistos em minha vida?

2. Daniel, um exemplo de fé pela fidelidade

1. Honestidade versus corrupção
(Dn 6:1-4)
– Sobre Daniel tinha “um espírito excelente”
– Nada podiam usar ou falar contra Daniel, nele não havia desvios
– Diante deste mundo, devemos ostentar um testemunho forte, de fidelidade a Deus, sendo a única coisa que poderão usar contra nós.

2. Fé versus intrigas
(Dn 6:5-11)
a) A bajulação dos príncipes e a resposta do rei (vv. 5-9)
– precisamos tomar cuidado com os bajuladores Sl. 5.9
Bajulação é uma forma de manipulação e não de comunicação!
b) A reação de Daniel (vv. 10-11)
– Daniel se manteve como um homem de fé e coragem e não transigiu ou encontrou desculpas
– Como disse D. L. Moody “A verdadeira fé é a fraqueza do homem apoiando-se na força de Deus”

3. O poder de Deus versus a autoridade do homem
(Dn 6:12-23)
a) A acusação contra Daniel (vv. 12,13)
– Certamente sofreremos perseguições se nos mantermos fiéis a Deus (2 Tm 3.12)
– O pregador puritano Henry Smith disse: “Deus testa com provações, o diabo com tentações, e o mundo com perseguições”;
– Richard Baxter, outro puritano, afirmou que o povo de Deus deve preocupar-se mais em ser digno da perseguição doq eu em livrar-se dela, pois merecer a perseguição é evidencia da fidelidade ao Senhor”.
b) A aflição do rei (vv.14-18)
– O testemunho de Daniel influencio o rei e o levou a pedir a Deus por Ele
– Nossa fidelidade é um testemunho muito alto aos gentios
c) A vitória do Senhor (vv. 19-23)
– A fé de Daniel dava-lhe paz e segurança, mas a fé do rei era fraca e vacilante.
– O Senhor livrou Daniel por causa da sua fé

4. A glória de Deus versus a desonra do homem
(Dn 6:)
a) Os traidores foram julgados (vv. 24)
– A lei de Israel proibia que se castigasse os filhos pelos pecados dos pais (Dt. 24.16 e Ez 18.20), mas os pagãos não pensavam e agiam assim
b) O Senhor foi glorificado (vv. 25-27)
– Os decretos eram um testemunho aos judeus e aos gentios de que havia apenas um Deus verdadeiro
– A teologia expressa no decreto de Dario é tão verdadeira quanto qualquer coisa escrita por Moisés, Davi ou Paulo.
C) O servo de Deus prosperou (v. 28)

3. Conclusão

Daniel tem uma mensagem para o povo de Deus nos dias de hoje, para os que estão sendo atacados pelo inimigo e sofrendo por viver em retidão e dedicação ao Senhor. Quer enfrentemos a fornalha de fogo (1 Pe 1: 6-8, 4: 12-19) ou o leão que ruge (1 Pe 5: 8-10) estamos sob os cuidados do Senhor, e ele cumprirá seus propósitos divinos para a sua glória (1 Pe 5 :7).

Sejamos fieis ao Senhor como expressão e fruto de nossa fé nEle.

Que os nossos frutos possam nos identifica e declarar em que temos crido!

Pr Alexandre Magalhães Amaral

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