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Síndrome de Guillain-Barré: Sintomas, Diagnósticos, Tratamentos, Recuperação, Causas e mais.

A SÍNDROME DE GUILLAIN-BARRÉ É UMA CONDIÇÃO RARA E GRAVE DO SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO. OCORRE QUANDO O SISTEMA IMUNITÁRIO DO CORPO ATACA PARTE DO SISTEMA NERVOSO.

Introdução

 

A causa exata da Síndrome de Guillain-Barré é desconhecida. A maioria das pessoas (60% aproximadamente) desenvolvem a condição, logo após de ter dito uma infecção viral ou bacteriana. Imagina-se que a infecção pode desencadear o sistema imune fazendo-o atacar as raízes nervosas e também os nervos periféricos.

Os sintomas de Síndrome de Guillain-Barré costumam aparecer em uma a três semanas após uma ligeira infecção, tal como, na garganta ou gastroenterite (uma infecção do estômago e do intestino) e, também, aftas.

 
 

Os sintomas geralmente começam nos pés e nas mãos antes de se espalhar para os braços e depois às pernas. Inicialmente, pode-se ter:

  • Dor, formigamento e dormência;
  • Fraqueza muscular progressiva;
  • Problemas de coordenação e instabilidade (a não capacidade de andar sem ajuda).

A fraqueza afeta ambos os lados do corpo, e pode piorar ao longo de vários dias.

O Sistema Nervoso Periférico

O sistema nervoso periférico é a rede de nervos que se encontram fora do sistema nervoso central, incluindo os nervos motores, que o cérebro utiliza para controlar os músculos.

Na Síndrome de Guillain-Barré, o sistema imunológico (defesa natural do organismo contra infecções e doenças) ataca estes nervos, tornamdo-oa inflamados e por conseguinte parar de trabalhar. As inflamações dos nervos periféricos provocam uma sensação de formigamento, entorpecimento nos braços e pernas. Isso pode levar a sensação do formigamento e a fraqueza muscular. Às vezes, os músculos respiratórios também estão envolvidos.

Diagnosticar a Síndrome de Guillain-Barré

Nem sempre é tarefa fácil distinguir os sintomas da Síndrome de Guillain-Barré com outras desordens do cérebro e do sistema nervoso. Dois testes são normalmente utilizados para confirmar o diagnóstico. Sendo eles:

  1. Estudos de condução nervosa e eletromiografia; testes que medem a função do nervo e músculo;
  2. Punção lombar; onde uma pequena agulha é usada para remover uma pequena quantidade de fluido a partir do canal espinhal, posteriomente levado para análise.

Exames de sangue podem ser solicitados, afim de descartar outras causas possíveis.

 

O Tratamento da Síndrome de Guillain-Barré

A Síndrome de Guillain-Barré é tratada dentro de um ambiente hospitalar, em uma enfermaria geral, uma enfermaria de neurologia ou uma unidade de terapia intensiva (UTI), dependerá da gravidade da condição.

Existem dois tratamentos principais:

  • 1 Imunoglobulina intravenosa;
  • 2 Troca de plasma (plasmaferese).

Ambos os tratamentos miram os anticorpos (proteínas que combatem infecções) produzidos pelo sistema imunológico, afim de evitar que eles continuem prejudicando ainda mais os nervos periféricos.

imunoglobulina intravenosa é ligeiramente mais segura e mais fácil de dar do que troca de plasma. Entretanto, os dois tratamentos são igualmente eficazes.

Recuperação

A maioria das pessoas (cerca de 80%) com a Síndrome de Guillain-Barré alcançam uma recuperação completa. No entanto, pode ser necessário passar várias semanas no hospital e, pode demorar, um ano ou mais para que a recuperação seja total.

Complicações

Uma ou duas pessoas a cada 10 não irão se recuperar completamente da Síndrome de Guillain-Barré. As possíveis complicações a longo prazo incluem:

  • Não ser capaz de andar sem ajuda por exemplo, a necessidade de uma cadeira de rodas;
  • Perda de sensibilidade (ataxia sensitiva), o que pode gerar a falta de coordenação;
  • Perda de equilíbrio;
  • Fraqueza muscular nos braços ou pernas;
  • Problemas com o senso de toque conhecido como disestesia (distúrbio neurológico que é caracterizado pelo enfraquecimento ou alteração na sensibilidade dos sentidos, sobretudo do tato) muitas vezes sentida como uma sensação de queimação e/ou formigamento.

Algumas pessoas com a Síndrome de Guillain-Barré também experimentam fadiga persistente (cansaço extremo).

 

Os Sintomas

Os sintomas da Síndrome de Guillain-Barré desenvolvem-se rapidamente ao longo de algumas horas. Já a fraqueza muscular, muitas vezes, piora progressivamente dentro de alguns dias.

Os sintomas geralmente se desenvolvem em uma a três semanas após uma infecção ligeira, tais como, dor de garganta ou gastroenterite(infecção do estômago e do intestino grosso).

Os sintomas geralmente começam pelos pés e mãos antes de se espalhar para os braços e depois para as pernas. Inicialmente, pode-se ter:

  • Dor, formigamento e dormência;
  • Fraqueza muscular progressiva;
  • Problemas de coordenação e instabilidade (capacidade de andar sem ajuda).

A fraqueza afeta geralmente ambos os lados do corpo e podem agravar-se ao longo de vários dias.

Nos casos leves da Síndrome de Guillain-Barré, os músculos podem ficar ligeiramente enfraquecidos. No entanto, em casos mais graves, a fraqueza muscular pode progredir para:

  • Paralisia temporária das pernas, braços e rosto;
  • Paralisia temporária dos músculos respiratórios;
  • Visão turva ou dupla;
  • Dificuldade em falar;
  • Dificuldade em mastigar ou engolir (disfagia), resultando na necessidade da alimentação ocorrer através de um tubo;
  • Dificuldade com a digestão ou controle da bexiga;
  • Flutuações na batida do coração ou pressão arterial.

Algumas pessoas com a Síndrome de Guillain-Barré podem não sentir qualquer dor, enquanto outros sentem dor na coluna, braços e pernas.

 

Quando Procurar Assistência Médica Imediata

Consulte o médico se notar qualquer um dos sintomas acima.Procure assistência médica imediata se sentir algum dos sintomas abaixo:

  • Dificuldade em respirar;
  • Dificuldade em engolir;
  • Tonturas quando está de pé;
  • Desmaio.

Causas

A Síndrome de Guillain-Barré é uma condição auto-imune (em que o sistema imunitário ataca as células saudáveis ​​e tecido). Ainda é desconhecida a causa que leva o sistema imunitário a fazer isso.

A maioria das pessoas desenvolvem a Síndrome de Guillain-Barré depois de ter outra doença. Geralmente uma infecção viral, tais como um resfriado comum, um gripe, uma infecção na garganta ou, por vezes, uma infecção bacteriana. Estudos indicam que a infecção pode fazer com que o sistema imune ataque as raízes nervosas e nervos periféricos.

A SÍNDROME DE GUILLAIN-BARRÉ NÃO É TRANSMITIDA DE UMA PESSOA PARA OUTRA E TAMBÉM NÃO É UMA DOENÇA HEREDITÁRIA.

Resposta Imunitária

O sistema imunitário usa células brancas do sangue para produzir anticorpos. Os anticorpos são proteínas que combatem a infecção que viajam ao redor do corpo através dos vasos sanguíneos e vasos linfáticos (parte do sistema linfático).

Os anticorpos são a defesa natural do nosso organismo, geralmente atacam as bactérias ou vírus que causam a infecção. Na Síndrome de Guillain-Barré os anticorpos reagem com as células do revestimento protetor (bainha de mielina) dos nervos periféricos.

Os danos reagem com os nervos e retardam os sinais nervosos enviados para os músculos. Isto faz desencadear os sintomas da Síndrome de Guillain-Barré, tais como formigamento, dormência, fraqueza e, em alguns casos, paralisia muscular temporária.

 

Possíveis Gatilhos

Embora alguns casos ocorram sem uma causa conhecida, alguns casos de Síndrome de Guillain-Barré estão relacionados com:

  • Um vírus, tal como o citomegalovirus (herpes-vírus com alta especificidade com relação ao hospedeiro e que pode causar infecção no homem, no macaco e em roedores, levando à aparição de células grandes, que apresentam inclusões intranucleares) ou a infecção pelo HIV;
  • Uma infecção bacteriana, tais como a infecção de bactérias Campylobacter (um gênero de bactérias que foi inicialmente descrito em 1963 e descreve bactérias gram-negativas, espirais e microaerofílicas), uma causa comum é a intoxicação alimentar;
  • linfoma de Hodgkincâncer dos linfócitos B (um tipo de glóbulo branco).

Vacinação

No passado, vacinas (particularmente a vacinação contra a gripesuína usada durante 1976-1977) podiam ser uma causa possível da Síndrome de Guillain-Barré. Estudos posteriores demonstram que não há praticamente nenhum risco de desenvolver a Síndrome de Guillain-Barré após a vacinação.

Diagnóstico

O MÉDICO PODE SER CAPAZ DE DIAGNOSTICAR A SÍNDROME DE GUILLAIN-BARRÉ PELOS SINTOMAS E ATRAVÉS DA REALIZAÇÃO DE EXAMES. “PESSOAS QUE ESTIVERAM DOENTES RECENTEMENTES E SENTEM FRAQUEZA MUSCULAR PROGRESSIVA OU PARALISIA, PODEM TER ESTA SÍNDROME.”

O médico poderá testar o reflexo patelar (aquela batidinha no joelho) para verificar se o reflexo não está comprometido. O reflexo patelar é quando a perna “expulsa”, em resposta ao toque logo abaixo da rótula.

A Síndrome de Guillain-Barré, por vezes, torna difícil o diagnóstico pois, os sintomas variam de pessoa para pessoa, e eles também podem ser semelhantes aos de outras desordens cerebrais, assim como, do sistema nervoso.

Dois testes são utilizados para confirmar o diagnóstico: eletromiografia e punção lombar (veja abaixo os detalhes). Exames de sangue também podem ser solicitados para descartar outras causas possíveis.

A Eletromiografia

A eletromiografia mede a saúde dos músculos e dos nervos que os controlam.

Para testar os músculos, um eletrodo na agulha é inserida através da pele para o músculo para se obter uma gravação elétrica da atividade muscular. Isso ajuda a determinar se os músculos respondem quando certos nervos são estimulados. Já na Síndrome de Guillain-Barré, os músculos podem não responder, devido à lesão do nervo.

Para testar os nervos, um eletrodo de superfície (disco de metal pequeno) é preso à pele para estimular os nervos com um pequeno choque elétrico. A resposta dos nervos (já que rapidamente os nervos conduzem sinais elétricos) é medido. Para aqueles que tem a Síndrome de Guillain-Barré, sua condução nervosa será mais lenta do que o normal.

Punção Lombar

A punção lombar é um procedimento realizado com anestesia local, que envolve a inserção de uma agulha no canal espinhal lombar. Espaço na parte inferior da coluna (abaixo da extremidade da medula espinal).

Este procedimento é utilizado para medir os níveis de proteína (uma medida de inflamação) e contagem de células no fluído cérebro-espinhal, e para excluir outras causas de inflamação do nervo.

Tratamento

Não há cura para a Síndrome de Guillain-Barré, mas há uma série de tratamentos que podem reduzir os sintomas e ajudar na recuperação.

O tratamento ocorrerá dentro de um ambiente hospitalar, recebendo uma série de testes. A condição deve ser acompanhada de perto, incluindo, principalmente, a respiração. Dependendo da gravidade do estado do paciente, o enternamento hospitalar poderá ocorrer em:

 
  • Enfermaria geral;
  • Enfermaria de neurologia uma ala que se especializa no tratamento de condições neurológicas;
  • Unidade de alta dependência (UAD) um estágio antes da UTI, o tratamento mais intenso é dada aqui do que em uma enfermaria geral.
  • Unidade de Terapia Intensiva (UTI) uma ala especial que fornece cuidados intensivos (tratamento e acompanhamento) para as pessoas que estão gravemente doentes ou em uma condição instável;

Se o paciente tem dificuldade em respirar, poderá ser utilizado um respirador artificial (uma máquina que auxilia na respiração). Cerca de um quarto das pessoas com Síndrome de Guillain-Barré precisam se utilizar de um respirador artificial.

Dois tratamentos principais podem ser usadas para reduzir a gravidade da Síndrome de Guillain-Barré e ajudar na recuperação mais rapidamente. Estes são:

  • Imunoglobulina Intravenosa;
  • Troca de Plasma (plasmaferese).

Ambos os tratamentos miram os anticorpos (proteínas que combatem a infecção) no sangue que estão atacando os nervos periféricos, danificando-os.

imunoglobulina intravenosa é ligeiramente mais segura e mais fácil de dar do que a troca de plasma. No entanto, ambos os tratamentos são igualmente eficazes.

Atenção! 

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas nesse site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

 

A Imunoglobulina Intravenosa

Imunoglobulina nada mais é que outro nome dado para os anticorpos. Os anticorpos são proteínas no sangue que o sistema imune produz (auto-defesa) para destruir as bactérias e vírus prejudiciais ao organismo. O sistema imunológico é a defesa natural do organismo contra doenças e infecções.

Durante imunoglobulina intravenosa, a imunoglobulina saudável é retirada de doadores de sangue e administrado por via intravenosa (diretamente à veia). Os anticorpos saudáveis ​​bloquearão e destruirão os anticorpos nocivos que estão atacando os nervos. Normalmente recebe-se uma dose da imunoglobulina intravenosa todos os dias por cerca de cinco dias.

Troca de Plasma

Troca de Plasma, ou Plasmaférese (técnica de transfusão que permite retirar plasma sanguíneo de um doador ou de um doente). O plasma é um fluido amarelado encontrado no sangue. Ele transporta células do sangue e plaquetas em torno do corpo e contém uma série de substâncias, incluindo as proteínas. As plaquetas são fragmentos de células que ajudam o sangue a coagular (engrossar).

Durante a troca de plasma: Será conectado uma máquina que remove um pouco do sangue, o plasma será separado das células sanguíneas e, então, removido. As células do sangue serão devolvidas ao corpo sem as células plasmáticas prejudiciais que atacam os nervos. Por fim, as células sanguíneas irão produzir o plasma saudável para substituir o plasma prejudicial que foi removido.

Dependendo da gravidade do estado do paciente, poderá a ver a necessidade de várias sessões de troca de plasma.

Monitorando a Condição

Durante o tratamento para a Síndrome de Guillain-Barré, haverá a necessidade de estar várias semanas ou meses de internamento hospitalar. Assim o tratamento pode ser acompanhado de perto pelo médico, além de ser necessário o acompanhamento regular da respiração, da frequência cardíaca e da pressão arterial.

 

Se o paciente sentir dor, poderá ser administrado analgésicos, além de outras medicações necessárias. Por exemplo, se desenvolver um problema com a frequência cardíaca ou com a pressão arterial, mais medicação serão necessárias para o tratamento.

Uma vez que a recuperação tem início, o doente poderá ser transferido para uma ala diferente do hospital, como a enfermaria ou um quarto particular antes de ser dado alta. Todavia, mesmo após a alta, o doente continuará a receber tratamento, para ajudar na recuperação.

Corticosteróides

Os corticosteróides não são recomendados para o tratamento da Síndrome de Guillain-Barré. Embora os corticosteróides são muitas vezes utilizados para reduzir a inflamação, não há evidência que sugiram um benefício significativo no tratamento desta condição.

Complicações

Estima-se que uma ou duas pessoas em cada 10 não irão se recuperar completamente da Síndrome de Guillain-Barré.

Complicações a Longo Prazo

As possíveis complicações a longo prazo incluem:

  • Não conseguir andar sem ajuda (por exemplo, a necessidade de uma cadeira de rodas;
  • Perda de sensibilidade (ataxia sensitiva) que podem causar uma falta de coordenação;
  • Perda de equilíbrio;
  • Fraqueza muscular nos braços ou pernas;
  • Problemas com o senso de toque conhecido como disestesia, que pode ser sentida como um ardor ou sensação de formigamento.

Algumas pessoas com a Síndrome de Guillain-Barré também terão fadiga persistente (cansaço extremo).

 

 

Complicações com Risco de Vida

Há uma pequena chance (cerca de um em cada 20) de morrer de Síndrome de Guillain-Barré. Geralmente devido as complicações que se desenvolvem durante as primeiras semanas da doença. Por exemplo:

  • Insuficiência respiratória onde os pulmões são incapazes de fornecer oxigênio suficiente para o resto do corpo;
  • Infecções particularmente infecções respiratórias em pessoas que estão em uma máquina que auxilia na respiração;
  • Distúrbios do ritmo cardíaco incluindo paragem cardíaca;
  • Obstrução intestinal.

Recuperação

A maioria das pessoas (cerca de oito em cada 10) com Síndrome de Guillain-Barré alcançam uma recuperação completa.

A recuperação normalmente leva várias semanas após o início dos sintomas. No entanto, algumas pessoas vão precisar de mais tempo no hospital ou uma unidade de reabilitação neurológica. Enquanto algumas pessoas irão se recuperar rapidamente, outras podem levar um ano ou mais antes de uma recuperação completa.

Mesmo após a recuperação, é possível que a pessoa não seja capaz de andar sem ajuda, continuar sentindo dormência ou fraqueza nos braços e/ou pernas, e também ter fadiga persistente, que é o cansaço extremo.

As seguintes terapias podem ser usadas para ajudar na recuperação.

Aconselhamento

O aconselhamento é a terapia da fala, podendo ser muito útil, tanto enquanto estiver doente e/ou enquanto estiver de recuperação. Durante o aconselhamento, o paciente será capaz de:

  • Discutir os problemas de forma honesta e abertamente;
  • Resolver quaisquer problemas que estão impedindo de alcançar os objetivos e metas;
  • Alcançar uma visão mais positiva sobre a vida.

Fisioterapia

Fisioterapia pode ajudar a restaurar o movimento e todo o potencial de uma pessoa. Uma variedade de técnicas são usadas para ajudar a aliviar qualquer desconforto, dor e rigidez muscular. Essas técnicas incluem:

 
  • Movimentos e exercícios tendo em conta o nível atual de uma pessoa de requisitos de saúde específicas;
  • Terapia manual onde o fisioterapeuta utiliza as mãos para aliviar a dor e rigidez;
  • Terapia aquática uma forma de fisioterapia realizada na água;
  • Outras técnicas tais como calor, frio e acupuntura também ajudam a aliviar a dor.

Terapia ocupacional

Um terapeuta ocupacional será capaz de identificar todos os problemas que a Síndrome de Guillain-Barré provoca na vida cotidiana, e ajudará o paciente a encontrar soluções práticas.

Por exemplo, se tem dificuldade para caminhar sem ajuda, um terapeuta ocupacional será capaz de ajudar a encontrar uma bengala adequada, um andador ou uma cadeira de rodas, por exemplo.

Fonte: minutosaudavel

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